Algumas reflexões - Planejamento

 As Falklands são um destino muito peculiar.

Seja por seu isolamento, seu tamanho, sua cultura e história, muito são os fatores que tornam esse destino muito diferente. 

Isso demanda algum planejamento.

O primeiro, é como chegar. Até a pandemia de Covid-19, haviam três formas (não vou falar de cruzeiros neste blog), que eram voos da Latam saindo de Santiago e de São Paulo (este durou poucos meses, devido à pandemia), e um voo militar saindo do Reino Unido. 

Em dezembro de 2020, ainda não sabemos como será a retomada dos voos saindo da América do Sul. No entanto, mesmo em condições normais, são apenas um ou dois voos por semana, de forma que planejar é essencial.

Falando nisso, qual o período de estadia ideal?

Eu diria para uma primeira visita, duas semanas. Pode parecer pouco, mas não é. Dentro das Falklands há muitos destinos diferentes. As pessoas com que conversei e que ficaram só uma semana relataram certa frustração. Como é um destino pouco usual, que talvez seja visitado só uma vez na vida, que tal fazer com um pouco mais de tempo? Havendo agenda e dinheiro disponível, diria que duas semanas é o ideal, talvez o mínimo.

Diversos locais interessantes tem restrições quanto ao número de hóspedes que podem receber, devido ao tamanho das instalações. O fato é que, excetuando Stanley, a capital, não há nenhum grande hotel nas ilhas, e isso é parte do charme: a privacidade e certa exclusividade (algo cada vez menos comum, chegando ao extremo oposto do overtourism). Assim, frequentemente é necessário fazer reservas com anos (dois ou até mais) de antecedência. Se quiser fazer uma boa visita, a ideia é começar os preparativos, no mais tardar, com um ano de antecedência da chegada. Se puder se programar, diria que 18 ou mesmo 24 meses de antecedência é o ideal.

Pinguins Rockhopper em Pebble Island




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